O verdadeiro luxo é possuir um diamante histórico como o Wittelsback e ficar no anonimato mais rigoroso durante mais de meio século. O luxo se desfruta na intimidade.
O diamante azul de 35,52 quilates saiu presumidamente das minas indianas de Golconda e chegou a Europa no século XVII. Sua história está ligada a espanhola também: Felipe IV o presenteou em 1664 a Infanta Margarita Teresa em honra a seu compromisso com Leopoldo I de Áustria.
Daí a foto abaixo do diamante frente a um retrato da Infanta. Seguidamente foi a peça central de um broche da Ordem do Toisón de Ouro até que passou às mãos da Família Real dos Wittelsbach na Bavária em 1772. Daí o seu nome.
Foi exposto ao público na Expo de Bruxelas de 1958 e logo voltará a ser possível contemplar sua beleza e sua renovada lapidação no Smithsonian, o Museu Nacional de História Natural de Washington, D.C.
Se você gosta de admirar estas maravilhosas peças tanto quanto eu, este descubrimento de certo chamará a sua atenção. Assim como você pode ver pela imagem, provavelmente este seja um dos maiores diamantes genuínos do mundo, e foi encontrado na mina Letsend em Lesotho (pequena cidade do sul da África).
Esta incrível peça dispõe de um peso de 478 quilates, e mais especificamente situa-se entre os vinte maiores diamantes encontrados atualmente. Para que você tenha uma idéia, mais exemplares foram encontrados em Letsend, e estima-se que uma dessas peças com menor tamanho foi avaliada em 12 milhões de dólares.