Já foi o tempo em que você assistia aos programas da televisão e, quando acabava, desligava o aparelho e ia dormir. Os jovens de hoje — e eu me incluo nessa — têm a experiência expandida para o mundo on-line.
Um exemplo bastante interessante do que estou tentando falar é o Geral.com, programa da Globo, que acaba amanhã. (São cinco episódios, exibidos às 11h30, do dia 20 ao dia 24.) Funciona assim: uma parte da atração vai ao ar na TV. Durante essa primeira parte, uma senha é passada àqueles que estiverem assistindo. É aí que vem o pulo do gato: essa senha serve para ver o resto do programa, que vai ao ar apenas na internet.
Fora isso, vários blogs estão sendo atualizados com conteúdo sobre a série. Aparentemente cada personagem possui um blog, no qual publica textos sobre os mais diversos temas — de Michael Jackson a uma entrevista com a banda fictícia do programa. Tem também a conta do Twitter: @ligageral.

E você se achando o máximo porque lê alguns blogs…
Patrizia D’addario é uma italiana de 42 anos. Ela é o tipo de mulher que faria qualquer homem suar frio. Qualquer homem, até mesmo o milanês Silvio Berlusconi, dono do time de futebol Milan — o do Ronaldinho Gaúcho, sabe? — e atual primeiro-ministro da Itália
O mulherão botou a boca no trombone (com trocadilho). Em entrevista ao jornal italiano “La Repubblica”, Patrizia disse que presenciou verdadeiras orgias na casa de Berlusconi. Dois mil euros foram oferecidos a ela para se juntar à “cama grande” que fica na casa de Berlusconi — presente do ex-presidente russo, Vladimir Putin.
Segundo ela, outras quatro putas de luxo garotas de família estavam se divertindo com o senhor de 72 anos.
O cartola e político, por sua vez, disse que não sabia que as mulheres que frequentavam sua casa recebiam dinheiro. Mais que isso: disse que não sabia das orgias.
Mesmo depois de gravações telefônicas entre ele e Patrizia terem vazado para a imprensa, Berlusconi de uma de joão-sem-braço. “Não sou santo”, disse.
Deve ser ruim ouvir do político mais importante do seu país que, após uma enrabação geral, ele não sabia de nada. Não é mesmo? Nem imagino.
A resposta pode até parecer fácil: o mesmo número de estados, mais o distrito federal, ou seja, 27 estrelas. Mas e antes, quando estados como Tocantins não existiam?
Fácil. Antes, a bandeira brasileira tinha menos estrelas. Foram, no total, quatro versões da bandeira nacional — a atual foi feita em 1992, apesar de o último estado criado ter sido o Tocantins, um território ao norte de Goiás, em 1989.

A atual bandeira do Brasil: 27 estrelas. A única acima da faixa “Ordem e progresso”, ao contrário do que a maioria acredita, representa o estado do Pará.
Outra curiosidade sobre nossa bandeira é que a atual flâmula paulista trata-se de um modelo que havia sido rejeitado para representar todo o País. Desenhada em 1888 pelo escritor Júlio Ribeiro, a bandeira empresta suas cores até mesmo aos carros policiais da cidade de São Paulo.

Sabe o que é pior que encontrar um erro de português em um texto de um site de notícias? Não achar um mísero box de comentários para encher o saco do cara que escreveu errado.
(Claro, já que eu quero atirar algumas pedras, se eu escrever errado é bom apontarem para mim!)
Vai ver eles estão buscando uma indentidade própria.

Na imagem acima: “Meia diz que papo ocorreu depois do jogo com o Vitória, no Palestra Itália, após cobrança de Vanderlei Luxemburgo por indentidade do time”
Em qualquer lugar do mundo, do Rio de Janeiro a Nova Orleans, passando por Amsterdã, há músicos de rua. E sempre tem aquela música que todos sabem tocar.
Pensando nisso, o Project Street Musician Union (“Projeto União dos Músicos de Rua”) gravou diversos artistas em vários países executando a mesma música, e depois juntaram os vídeos, formando uma grande banda — de gente que nunca se conheceu.
Confira a versão de “Stand by me” do projeto, abaixo.
Sabe por que jornalistas não precisam mais de diploma? Eu sei: porque, se precisando, os textos já são uma merda muito ruins, a falta de um papel pendurado na parede não vai fazer muita diferença.
Um exemplo está disponível enquanto escrevo este post. Na home da Globo.com, é possível ler a seguinte manchete (imagem à esquerda): “ES: homem é suspeito de engravidar menina de 11″.
Ao abrir a matéria, é possível ver que o tal “homem”, é ex-marido da irmã da menina, e trabalha como pedreiro.
Agora me pergunto: com tantas informações disponíveis, precisava falar que ele é um “homem”?
Se bem que, vai saber, né?

E, mais uma vez, um brasileiro perdeu a final da Libertadores para um time argentino. A vítima dessa vez foi o maior clube de Minas — convenhamos, isso não é muito difícil —, o Cruzeiro.

A derrota fez com que um dos mais famosos compositores da Terra do Pão de Queijo, Milton Nascimento, repensasse uma de suas letras. “Coração de estudante”, a partir de agora, é “Coração de Estudiante”. Confira o refrão abaixo:
Coração de Estudiante
Há que se cuidar da ferida
Há que se cuidar do vagabundo
Tomar conta da crueldade
Alegria e muito sonho
Espalhados no caminho
Sánchez, Braña e Juan Huerta
falhas, Verón,
e a juventude do Ré.