Se existe um lugar mundialmente famoso e que por sua vez gera intrigas, suspeitas e, sobretudo, uma montanha de incógnitas sobre o fenômeno Ovni, esse é sem dúvida a base militar Área 51, no estado de Nevada (USA). Um lugar desértico, de acesso restrito, ou melhor, proibido, que durante muitos anos tem sido uma base da Força Aérea e lugar de todo tipo de experiências militares. Mas se destaca-se por algo, é porque sempre existiu a certeza de que é ali onde o governo norte-americano executa seus testes e experiências com naves e seres extraterrestres.
A Área 51 também é conhecida por ser, supostamente, um lugar onde armazenam-se, alem de cadáveres extraterrestres, todo tipo de evidências das visitas de aliens ao nosso planeta. O segredo com que sempre foi mantido somente fez aumentar as suspeitas que sobre ela se mantém.
O mais chamativo do caso é que nunca o governo desmentiu os supostos rumores, bem pelo contrário, parece que sempre alimentou o mistério que rodeia esta superfície, que segundo as crenças (e alguma evidência registrada pelo Google Earth) oculta a maior conspiração da história do pais.
Apesar das pessoas portadoras do vírus HIV ter grandes expectativas de vida quando levam adiante os tratamentos pertinentes, ainda existem países que mantém certas restrições na hora de deixá-los entrar em seu território.
Trata-se de um total de 57 países que exigem aos estrangeiros que incluam as provas do HIV no atestado médico ao que se submetem antes de entrar.
Assim, até alguns dias atrás, tanto os Estados Unidos como a República Tcheca contavam com este tipo de restrição que, a partir deste ano, ficaram sem efeito.
Mas, pelo contrário, ainda existem países que insistem com estas medidas discriminatórias. Quais são estes lugares? Pois, entre outros, Andorra, Armênia, Aruba, Austrália, China, Rússia, Cuba, Paraguai, Equador, República Dominicana, Nicarágua, Chipre, Belice, Bangladesh, Egito, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Malásia, Ilhas Marshall, Micronésia, Mongólia, Namíbia, Polônia, Arábia Saudita, Samoa, Túnez, Sudão e Ucrânia.
Seguindo sua tradição, a National Geographic apóia a um dos aventureiros de hoje em dia: Andrew Evans que se propõe a chegar na Antártida de ônibus, partindo de Washington DC.
O percurso começou em 1 de janeiro às 11h26 quando Andrew subiu no ônibus S2, na porta da sede da National Geographic na capital estadunidense. Carregado com sua mochila, seguiu sua rota a bordo de um ônibus de grande distância até o Texas, de onde pegará… outro e outro até o sul.
Como dizíamos, a rota começou no primeiro dia deste novo ano e lhe tomará 10 semanas para percorrer 10.000 quilômetros até o extremo sul do mundo. A bordo de ônibus locais, urbanos ou de grande distância andará por grande parte da América passando por: Estados Unidos, México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá. Aqui cruzará em barco até a Colômbia para seguir para a Venezuela, Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina.
Uma vez em Ushuaia, Andrew cruzará a Passagem de Drake para chegar a tão desejada Antártida a bordo do Explorer, o barco da National Geographic, seu patrocinador.
Será interessante seguir a trajetória e as experiências que irão acontecer no caminho. Para isso, poderemos segui-lo através de sua conta no Twitter: @bus2Antarctica
Via Diariodelviajero
Alice in Wonderland, conhecido também como Tim Burton’s Alice in Wonderland, é o novo filme de Tim Burton, baseado no clássico Alice no País das Maravilhas escrito por Lewis Carroll. O filme começou a ser rodado em maio de 2009 com data de estréia prevista para 5 de março de 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, a data de estréia será no dia 16 de abril do mesmo ano.
O filme se passa 10 anos após a história original, com Alice já com 17 anos. O filme tem no elenco Mia Wasikowska como Alice, Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha e Anne Hathaway como a rainha branca.
O filme será uma espécie de sequência do original. Alice, agora aos 17 anos, está em uma festa da nobreza em Oxford, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se lembrava mais.
Via Wikipedia
Todos amam… bebês. Este novo filme visualmente deslumbrante mostra quatro bebês ao redor do mundo – desde a primeira respiração até os seus primeiros passos. Da Mongólia à Namíbia, de São Francisco à Tóquio, o filme capta a alegria dos bebês nos primeiros estágios da jornada da humanidade, que são ao mesmo tempo única e universal para todos nós.
Durante a II Guerra Mundial, a Ilha de Malta sofreu graves bombardeios. Para defender-se dos ataques, foram construídos vários refúgios antiaéreos. Um deles está aberto ao público para ser visitado.
A matemática da guerra somam mais de 17.000 bombas que foram lançadas sobre a ilha. Para proteger a população civil e defender-se dos ataques, chegaram a utilizar torres de vigias e fortalezas de séculos anteriores. E rapidamente cavaram refúgios subterrâneos em diversos pontos de Malta.
O mais importante localiza-se em Valletta mas o que mencionaremos encontra-se em Mellieha. Situado ao lado da Igreja Paroquial de Mellieha.
Neste refúgio, podemos percorrer somente uns 500 metros, mas a sua superfície total é bem maior já que durante a guerra, quando se viam os aviões inimigos, reuniam-se entre 4.000 e 5.000 pessoas, as vezes durante vários dias nos quais duravam os ataques.
Seus caminhos, longos e estreitos, com 2 metros de largura, dava a sensação de estar sobrecarregado, por onde se chega aos espaços que se desenrolava a vida durante os bombardeios: a enfermaria, uma maternidade, a sala para o sacerdote, dormitórios, etc.
O preço da entrada é de 2 euros por pessoa. Veja mais fotos do local no link a seguir: Mellieha
Via Diariodelviajero

As pontes suspensas são uma fabulosa obra de engenharia. Uma estrutura flexível que busca, desta maneira, resistir a vibrações, fortes ventos e a passagem do trânsito. Claro que, diante dessa característica, o movimento é contínuo mesmo que ninguém perceba. Portanto, este lapso de tempo da Ponte de Manhanttan nos mostra isso.
Deste modo, esta técnica permite apreciar o contínuo movimento da ponte que une Manhanttan com o Brooklin devido a grande quantidade de veículos que por ali circulam diariamente.
Uma impressionante imagem da obra que o engenheiro polonês Ralph Modjeski construiu há 100 anos para cruzar o Rio East.
Com dois quilômetros de comprimento, a ponte encontra-se dividida em dois níveis, cada um dos quais conta com suas correspondentes pistas para carros, metrôs e pedestres.
E assim é, amigos, a Ponte de Manhanttan em movimento… literalmente.
Via Diariodelviajero