Junto com a escolha do Rio como sede das Olimpíadas de 2016, a reunião do Comitê Olímpico Internacional (COI), no último 2 de outubro, sacramentou a entrada do boxe feminino nos Jogos. É a quebra de uma das últimas barreiras machistas nos esportes, que vão contra o discurso moderno do COI.
É bom lembrar que o boxe disputado nas Olimpíadas não é o mesmo boxe de George Foreman, Mike Tyson e companhia. O boxe olímpico é o boxe amador, que tem regras diferentes da disputa profissional.
Levando isso em conta, a principal boxeadora brasileira, Duda Yankovic (foto ao lado), não disputará as Olimpíadas, nem em Londres e nem no Rio.
Para os marmanjos que ficaram tristes, não se preocupem: o que não vai faltar é cat fight mulher bonita lutando. Vice-campeã mundial de boxe amador, a norueguesa Ingrid Egner (foto abaixo) é um bom exemplo.
Além de ser um colírio para os olhos, Ingrid está garantindo seu futuro pós-ringue com os estudos. Atualmente ela conclui um doutorado em biologia molecular na Universidade de Oslo, capital da Noruega.

Saiba mais sobre o assunto na edição de setembro da revista piauí.