Convido vocês a visitar mais uma vez, imaginariamente, um pequeno apartamento que só dispõe de um ambiente. Alí, a criatividade se põe a prova quando trata-se de fazer deste reduzido espaço um lugar que possa oferecer as comodidades mais elementares.
Para este apartamento, teremos que otimizar os recursos e recorrer a artefatos capazes de cumprir mais de uma função. E aproveitando o espaço disponível teremos que pensar que não somente precisamos apoiar os nossos equipamentos. Olhe para o teto e veja que dele, além de uma lâmpada pode-se colocar a própria cama.
Basta observar a fotografia para entender do que estou falando. Já conhecemos a Rolling Bed e a Hidden Bed; e agora os apresento uma nova solução. Chama-se BedUp, é obra de uma casa de design francesa e trata-se, como seu nome indica, de uma cama capaz de subir e baixar quando necessitamos.
Durante o dia, a plataforma permanecerá elevada e será o teto de nosso estúdio, com iluminação incorporada. E durante à noite, você somente terá que apertar um botão para fazer com que a Bedup desça até a altura de nossa mesa de trabalho e nos ofereça a comodidade de uma cama de casal no mesmo espaço onde a poucos momentos trabalhávamos. Assim bem simples. Uma solução mais que funcional e ideal para apartamentos pequenos ou escritórios onde precisamos de uma cama. (ué… cama no escritório?).
Via Domokyo
É bem legal, mas como é movido essa cama, ja pensou faltar energia na residência, e ter uma cama nas suas costas, doloroso.
Daniel – último post em seu blog..iPod touch: pra ser iPhone, só falta falar
Oi Daniel,
Hahahaaaaa, eu não havia pensado nisso.
Abraços,
Marcus Aragão
Muitíssimo interessante para aproveitar os espaços das casas que hoje são cada vez menores.
Abração
Rodrigo Piva – último post em seu blog..Esculturas de Areia Impressionantes
Oi Rodrigo,
Mas o Daniel lembrou bem, o único problema é quando falta luz. O artigo original não falava sobre isto, mas de qualquer maneira é uma ótima solução, mesmo que você tenha que baixar ou subir a cama na base da manivela.
Abraços,
Marcus Aragão