O rosa cobre do Dom Pérignon Rosé é tão especial que deveria ter nome próprio. Este rosé entrou nas etiquetas Dom Pérignon pela primeira vez no ano de 1959 e teve uma apresentação histórica no ano de 1971 em ocasião de um aniversário milenário: o 2500º aniversário da fundação do Império Persa por Ciro o grande. Quase nada!

Em outubro desse ano, Sua Majestade Imperial O Shahinshah Aryamehr e a Imperatriz do Iran ofereceram, entre os numerosos festejos, um jantar de gala em Shiraz, Iran, perto de Persépolis, encarregando para a organização o prestigioso restaurante Maxim’s de Paris.

Dentre as 410 caixas de vinho transportado em avião desde Paris, 2.500 garrafas foram champanhe. O Dom Pérignon Rosé 1959 de Moet at Chandon, o primeiro primeiríssimo, invadiria assim o mercado de luxo, desde o mais alto e deliciosos jantares da altíssima culinária. Pois… tinha nível.
Obviamente, serviram pratos dos mais esquisitos como mousse de rabo de gambás, veado dos grandes pastos recheado e assado em seu próprio suco ou salada composta segundo Alexandre Dumas.

Tudo isso me pareceu uma piada tão especial que resolvi compartilhar com vocês. Dizem que a Marilin Monroe se encantava com o Dom Pérignon Rosé. Eu não sou Marilin mas também adoraria experimentar um Dom Pérignon. E seus emblemas, para a coleção.
Via Embelezzia