O Museu de John Lennon do Japão anunciou seu final, o fechamento de suas portas. Tudo acontecerá no próximo mês de setembro quando o acordo com a viúva do músico chegará a seu fim.
Trata-se do único museu oficial e com cerca de 130 elementos originais que chegou a terra nipônicas no ano de 2000 e hoje deve anunciar seu fechamento.
Localizado em Saitama, ao norte de Tóquio, a ideia de Yoko Ono no momento de emprestar os pertences de seu marido e brindar apoio ao estabelecimento, era a de transmitir as ideias do artista a outras gerações para que seu espírito continue vivo.
E foi também essa a explicação que a viúva deu no momento de anunciar o fechamento do museu e a não renovação do contrato com o estabelecimento. É que ela considera que “o destino de John é o de mover-se por todo o mundo. O museu deve mudar de lugar e não deve converter-se em sua tumba, do contrário se perderia seu espírito”.
Yoko completou sua carta de agradecimento da seguinte maneira: “Após dez anos aqui, o espírito de John deve seguir em frente e em busca de um próximo lugar“.
Assim, as palavras de Yoko Ono fazem pensar que os pertences de Lennon poderiam estar buscando outro lugar no mundo onde será mostrada a vida e obra do artista ou converter-se em um museu itinerante, em constante movimento, como o espírito do ex Beatle.
Site Oficial | John Lennon Museum
Via Diariodelviajero
O verdadeiro luxo é possuir um diamante histórico como o Wittelsback e ficar no anonimato mais rigoroso durante mais de meio século. O luxo se desfruta na intimidade.
O diamante azul de 35,52 quilates saiu presumidamente das minas indianas de Golconda e chegou a Europa no século XVII. Sua história está ligada a espanhola também: Felipe IV o presenteou em 1664 a Infanta Margarita Teresa em honra a seu compromisso com Leopoldo I de Áustria.
Daí a foto abaixo do diamante frente a um retrato da Infanta. Seguidamente foi a peça central de um broche da Ordem do Toisón de Ouro até que passou às mãos da Família Real dos Wittelsbach na Bavária em 1772. Daí o seu nome.
Foi exposto ao público na Expo de Bruxelas de 1958 e logo voltará a ser possível contemplar sua beleza e sua renovada lapidação no Smithsonian, o Museu Nacional de História Natural de Washington, D.C.
Os amantes da arte encontram no Museu de Orsay, em Paris, uma visita imprescindível para ver pintura, escultura e artes decorativas dos séculos XIX e XX. Pois bem, uma parte importante da pintura impressionista do Orsay está em Madri, na sede da Fundação Mapfre.
A exposição chama-se “Impressionismo. Um novo renascimento“, e percorre a história deste movimento artístico através das obras de mestres como Manet, Monet, Renoir, Sisley, Pisarro ou Cézanne. No total são exibidas 90 peças, a maioria das quais nunca antes vistas na Espanha.
Algumas das obras mais importantes da mostra são “O pífano” ou “Madame Manet ao piano” de Manet, “O columpio” de Renoirg, a “Gare Saint-Lazare” de Monet, “Jovens a beira do mar” de Puvis de Chavannes… E o melhor é que trata-se de uma exposição gratuita.
O subtítulo da mostra, “Um novo Renascimento“, faz referência ao Impressionismo que irá começar de novo na pintura e de olhar os mestres antigos de igual para igual.
Trata-se de quase 100 obras que serão exibidas depois no Belas Artes de São Francisco e no First Center for Visual Arts de Nashville.
Esta impressionante exposição “Impressionismo. Um novo renascimento” poderá ser vista em Madri, na Rua de Recoletos, 23 até o próximo dia 22 de abril, e também a partir da página web da Fundação Mapfre para uma visita virtual a exposição.
Se existe um lugar mundialmente famoso e que por sua vez gera intrigas, suspeitas e, sobretudo, uma montanha de incógnitas sobre o fenômeno Ovni, esse é sem dúvida a base militar Área 51, no estado de Nevada (USA). Um lugar desértico, de acesso restrito, ou melhor, proibido, que durante muitos anos tem sido uma base da Força Aérea e lugar de todo tipo de experiências militares. Mas se destaca-se por algo, é porque sempre existiu a certeza de que é ali onde o governo norte-americano executa seus testes e experiências com naves e seres extraterrestres.
A Área 51 também é conhecida por ser, supostamente, um lugar onde armazenam-se, alem de cadáveres extraterrestres, todo tipo de evidências das visitas de aliens ao nosso planeta. O segredo com que sempre foi mantido somente fez aumentar as suspeitas que sobre ela se mantém.
O mais chamativo do caso é que nunca o governo desmentiu os supostos rumores, bem pelo contrário, parece que sempre alimentou o mistério que rodeia esta superfície, que segundo as crenças (e alguma evidência registrada pelo Google Earth) oculta a maior conspiração da história do pais.
Apesar das pessoas portadoras do vírus HIV ter grandes expectativas de vida quando levam adiante os tratamentos pertinentes, ainda existem países que mantém certas restrições na hora de deixá-los entrar em seu território.
Trata-se de um total de 57 países que exigem aos estrangeiros que incluam as provas do HIV no atestado médico ao que se submetem antes de entrar.
Assim, até alguns dias atrás, tanto os Estados Unidos como a República Tcheca contavam com este tipo de restrição que, a partir deste ano, ficaram sem efeito.
Mas, pelo contrário, ainda existem países que insistem com estas medidas discriminatórias. Quais são estes lugares? Pois, entre outros, Andorra, Armênia, Aruba, Austrália, China, Rússia, Cuba, Paraguai, Equador, República Dominicana, Nicarágua, Chipre, Belice, Bangladesh, Egito, Iraque, Israel, Jordânia, Líbano, Malásia, Ilhas Marshall, Micronésia, Mongólia, Namíbia, Polônia, Arábia Saudita, Samoa, Túnez, Sudão e Ucrânia.
Seguindo sua tradição, a National Geographic apóia a um dos aventureiros de hoje em dia: Andrew Evans que se propõe a chegar na Antártida de ônibus, partindo de Washington DC.
O percurso começou em 1 de janeiro às 11h26 quando Andrew subiu no ônibus S2, na porta da sede da National Geographic na capital estadunidense. Carregado com sua mochila, seguiu sua rota a bordo de um ônibus de grande distância até o Texas, de onde pegará… outro e outro até o sul.
Como dizíamos, a rota começou no primeiro dia deste novo ano e lhe tomará 10 semanas para percorrer 10.000 quilômetros até o extremo sul do mundo. A bordo de ônibus locais, urbanos ou de grande distância andará por grande parte da América passando por: Estados Unidos, México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá. Aqui cruzará em barco até a Colômbia para seguir para a Venezuela, Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina.
Uma vez em Ushuaia, Andrew cruzará a Passagem de Drake para chegar a tão desejada Antártida a bordo do Explorer, o barco da National Geographic, seu patrocinador.
Será interessante seguir a trajetória e as experiências que irão acontecer no caminho. Para isso, poderemos segui-lo através de sua conta no Twitter: @bus2Antarctica
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Alice in Wonderland, conhecido também como Tim Burton’s Alice in Wonderland, é o novo filme de Tim Burton, baseado no clássico Alice no País das Maravilhas escrito por Lewis Carroll. O filme começou a ser rodado em maio de 2009 com data de estréia prevista para 5 de março de 2010 nos Estados Unidos. No Brasil, a data de estréia será no dia 16 de abril do mesmo ano.
O filme se passa 10 anos após a história original, com Alice já com 17 anos. O filme tem no elenco Mia Wasikowska como Alice, Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha e Anne Hathaway como a rainha branca.
O filme será uma espécie de sequência do original. Alice, agora aos 17 anos, está em uma festa da nobreza em Oxford, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se lembrava mais.
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