Blog do Maragao
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O metrô de Lisboa

14/03/10 Marcus Aragão - Arquivado em Mundo - Tags:, , ,

Além de um dos símbolos de Lisboa ser suas ferrovias, que funcionam desde 1873, a rede de metrô da capital portuguesa é reconhecida como uma das mais interessantes e belas da Europa. E este reconhecimento se deve ao bom aproveitamento dos espaços públicos para convertê-los em obras de arte em si mesmos.

Desde sua inauguração em 1959, o metrô de Lisboa vem crescendo e convertendo-se, além de um bom sistema de transporte, em um espaço interessante pelo seu valor artístico. Igualmente ao metrô de Moscou, na maioria de suas estações nos encontramos não somente com obras de valor arquitetônico como também com exposições e espaços que dão especial importância a decoração.

No total, são 52 estações divididas ao longo de quase 50 quilômetros e quatro linhas (atualmente, existe um projeto para ampliar a linha vermelha para que se ligue ao aeroporto). As diferentes linhas do metrô lisboense tem nomes muito originais: a azul é Gaivota; a amarela, Girasol; a verde, Caravela e a vermelha, Oriente.

A mais destacada entre todas as estações é o terminal da linha vermelha, a Estação Oriente, que está justamente onde encontra-se o Parque das Nações. Estando em Lisboa, vale a pena ir para conhecer o local ou, se não dispõe de tempo suficiente, pelo menos veja a estação. Foi projetada por Santiago Calatrava especialmente para a Expo ‘98 e é uma impressionante construção com um teto envidraçado. Outras estações que valem um visita  são as de Olivais (de design futurístico), Cais do Sodre ou Entre Campos, dentre tantas.

Mas além de sua beleza, o serviço de metrô de Lisboa apresenta algumas desvantagens quanto a sua utilidade como meio para deslocar-se pela cidade. Oferece um serviço muito regular e funciona em um horário bastante amplo, um de seus principais inconvenientes é que não chega a todos os principais pontos de interesse da cidade. Por exemplo, no caso que querer ir ao bairro de Belém, não poderia fazê-lo de metrô. Por outro lado, é complicado fazer baldeação já que existem somente seis interseções entre as quatro linhas. Não obstante, continua sendo a opção mais rápida para deslocar-se pela cidade.

O horário é das 6:30h até a 1:00h (exceto algumas estações que fecham às 21:30h). Quanto às tarifas, distanciam em muito das que podemos encontrar no metrô de Londres (ainda bem!). Assim, um bilhete para uma zona custa somente 0,80 € e 1,10 € para duas zonas. Além disso, pode-se adquirir bônus de 10 viagens, por 7,30 € para uma zona e 10,40 € para duas zonas.

Quem possui o Lisboa Card, por outro lado, poderão utilizar este serviço gratuitamente de forma ilimitada durante os dias em que o seu cartão está vigente. E, para economizar nas viagens, também pode-se conseguir os cartões Viva Viagem ou Sete Colinas que combinam o metrô com os serviços de ônibus, ferrovia e elevadores.

Exposições

Voltando ao assunto da arte nas estações, atualmente há várias exposições nas instalações do Metropolitano de Lisboa. Uma das mais importantes é a que comemora os 50 anos de sua inauguração, que se foca em diversas ações culturais como exposições de fotografia ou projeções. Na estação de Avalade (linha verde) os turistas poderão também visitar os primeiros vagões que circularam por aqui.

Outra das propostas é a exposição de fotografia “Revelar o Metrô” que estará até o dia 11 de abril na estação Marquês de Pombal II (linha amarela). Estão apresentando 65 trabalhos que também comemoram os 50 primeiros anos do nascimento deste meio de transporte da capital portuguesa.

via Diario del Viajero

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Um título que chamou a minha atenção!

28/02/10 Marcus Aragão - Arquivado em Administração - Tags:, ,

Isso mesmo! Lendo o O Globo deste domingo, chamou a minha atenção o título de um artigo – “Merdabrás“. O artigo descreve que a Eletrobrás enviou um documento à CVM – Comissão de Valores Mobiliários, que acompanha a atuação das empresas abertas. Neste documento, em sua página 16 temos:

Nosso negócio, em geral, está sujeito a diversos riscos e perigos, incluindo acidentes industriais, disputas trabalhistas, condições geológicas inesperadas, mudanças no ambiente regulatório, riscos ecológicos e meteorológicos, além de outros fenômenos naturais.”

E para minha surpresa, finaliza com:

Nosso seguro cobre somente parte das merdas que podem ocorrer.

Será que quem escreveu ainda continua empregado?

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Pescaria com helicóptero

28/02/10 Marcus Aragão - Arquivado em Curiosidades - Tags:, , ,

As pessoas não param de ter ideias, às vezes não tão geniais, mas pescar com um helicóptero de brinquedo para mim foi uma novidade. Veja no vídeo abaixo como é fácil pegar um peixe surdo, porque com esse barulho todo é díficil de acreditar.

Via Youtube

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Visita ao cemitério de aviões militares de Tucson

27/02/10 Marcus Aragão - Arquivado em Curiosidades - Tags:, , , ,

Para onde vão os aviões quando deixam de voar? No caso dos aviões militares, muitos terminam com seus “esqueletos” em um imenso descampado perto de uma base militar dos Estados Unidos. Hoje podemos ver em detalhes este cemitério de aviões através do Google Earth.

Trata-se da base Davis-Monthan perto de Tucson, no Estado do Arizona, e alí os amantes dos aviões militares clássicos estariam na glória já que encontram-se estacionados grande parte das aeronaves utilizadas pelos Estados Unidos a partir da II Guerra Mundial.

Através das imagens de satélites que foram liberadas suas localização no Google Earth pode-se identificar dezenas de aviões: bombardeiros B-52, os F-14 como os que aparecem no filme Top Gun e muitos outros.

Dentro da base, encontra-se o Pima Air & Space Museum que pode-se visitar para ver os trabalhos da AMARG (309th aerospace Maintenance and Regeneration Group), grupo de manutenção e reciclagem de aviões militares.

Para ver as imagens de satélites, podem fazê-lo através do Google Earth ou no link do artigo sobre o tema que aparece no BBC News (em inglês).

Via Diariodelviajero

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Lugares remotos: Santa Helena, “a ilha de Napoleão”

15/02/10 Marcus Aragão - Arquivado em Mundo -

Para chegar a Santa Helena temos somente uma opção e é através das águas do oceano Atlântico. Somente poderemos chegar a esta ilha remota viajando em algum cargueiro dos que visitam estas latitudes a cada dois ou três meses ou esperar que os ventos nos empurrem até aqui em algum veleiro.

Trata-se de uma das ilhas mais remotas do mundo habitada e embora seja famosa por ter sido o lugar onde Napoleão passou seus últimos anos de vida, esta ilha guarda muitos outros atrativos.

No ano de 1502 João da Nova que viajava pela coroa portuguesa, encontrou este lugar vulcânico em sua viagem de regresso a Portugal vindo da Índia. A batizou com este nome inspirado em Helena de Constantinopla e embora a ilha estar totalmente desabitada em sua chegada, pode observar que haviam espessos bosques e fontes de água potável.

Os portugueses decidiram manter em segredo sua localização, sobretudo por sua posição geográfica estratégica. Santa Helena encontra-se situada a 2.800 km de distância da costa ocidental de Angola.

(mais…)

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Japão: O museu de John Lennon fechará suas portas

04/02/10 Marcus Aragão - Arquivado em Mundo - Tags:, ,

O Museu de John Lennon do Japão anunciou seu final, o fechamento de suas portas. Tudo acontecerá no próximo mês de setembro quando o acordo com a viúva do músico chegará a seu fim.

Trata-se do único museu oficial e com cerca de 130 elementos originais que chegou a terra nipônicas no ano de 2000 e hoje deve anunciar seu fechamento.

Localizado em Saitama, ao norte de Tóquio, a ideia de Yoko Ono no momento de emprestar os pertences de seu marido e brindar apoio ao estabelecimento, era a de transmitir as ideias do artista a outras gerações para que seu espírito continue vivo.

E foi também essa a explicação que a viúva deu no momento de anunciar o fechamento do museu e a não renovação do contrato com o estabelecimento. É que ela considera que “o destino de John é o de mover-se por todo o mundo. O museu deve mudar de lugar e não deve converter-se em sua tumba, do contrário se perderia seu espírito”.

Yoko completou sua carta de agradecimento da seguinte maneira: “Após dez anos aqui, o espírito de John deve seguir em frente e em busca de um próximo lugar“.

Assim, as palavras de Yoko Ono fazem pensar que os pertences de Lennon poderiam estar buscando outro lugar no mundo onde será mostrada a vida e obra do artista ou converter-se em um museu itinerante, em constante movimento, como o espírito do ex Beatle.

Site Oficial | John Lennon Museum

Via Diariodelviajero

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Era uma vez um diamante azul chamado Wittelsbach

25/01/10 Marcus Aragão - Arquivado em Jóias - Tags:, , , ,

O verdadeiro luxo é possuir um diamante histórico como o Wittelsback e ficar no anonimato mais rigoroso durante mais de meio século. O luxo se desfruta na intimidade.

O diamante azul de 35,52 quilates saiu presumidamente das minas indianas de Golconda e chegou a Europa no século XVII. Sua história está ligada a espanhola também: Felipe IV o presenteou em 1664 a Infanta Margarita Teresa em honra a seu compromisso com Leopoldo I de Áustria.

Daí a foto abaixo do diamante frente a um retrato da Infanta. Seguidamente foi a peça central de um broche da Ordem do Toisón de Ouro até que passou às mãos da Família Real dos Wittelsbach na Bavária em 1772. Daí o seu nome.

Foi exposto ao público na Expo de Bruxelas de 1958 e logo voltará a ser possível contemplar sua beleza e sua renovada lapidação no Smithsonian, o Museu Nacional de História Natural de Washington, D.C.

(mais…)

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